Ora-pro-nóbis

O Ora-pro-nóbis (Orai por nós em latim) ficou conhecido pela história de um padre colonial que vivia em Sabará, Minas Gerais. Sua igreja possuía enormes moitas da considerada erva daninha, mas ele proibia todos de pegar. Reza a lenda que as mães mandavam os filhos no final da missa roubar uns tantos pra fazer mais tarde pro jantar!

Em muitos estados do Brasil o Ora-pro-nóbis é considerado uma PANC (Plantas Alimentícias Não Convencionais), mas em Minas Gerais a planta não é nada não-convencional: muito usada em preparos com frango, angú, feijão... Tanto suas folhas quanto brotos e frutos são comestíveis e com alto teor de proteínas.